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Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematográficos
Conocido internacionalmente por la sigla ICAIC, el Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematográficos fue creado apenas a 83 días del triunfo de la Revolución Cubana, lo que pone de manifiesto la preocupación del nuevo gobierno por la cultura artística y, específicamente, por el cine. Pero aún más, el ICAIC posee un peso notable en toda la vida cultural del país y su trabajo ha irradiado a otras manifestaciones, como la música y la plástica, en donde se han realizado aportes sustanciales.
Instituto Cubano de Amizade com os Povos
Com o objectivo de promover as relações de solidariedade universal suscitadas pela Revolução Cubana em todo o mundo e assim viabilizar o interesse de vários sectores populares em visitar o país e conhecer de perto as transformações sociais, políticas e económicas operadas pela Revolução, foi criado em 30 de Dezembro de 1960 o ICAP – Instituto Cubano de Amizade com os Povos.
Daí para cá foi-se desenvolvendo um árduo trabalho, sendo implantadas delegações do Instituto em todas as províncias, prestando o ICAP todo o apoio às pessoas, grupos ou instituições que elevam a sua voz solidária para condenar o criminoso bloqueio imposto a Cuba pelos sucessivos governos dos EUA que não respeitam a independência e o direito da livre autodeterminação dos povos.
O ICAP organiza anualmente em conjunto com o Movimento Mundial de Solidariedade com Cuba as Brigadas Internacionais de Trabalho Voluntário que chegam a Cuba oriundas de praticamente todo o mundo e que são acolhidas no Acampamento Internacional Julio António Mella, situado a cerca de 40 quilómetros de Havana.
O ICAP participa também na atenção a milhares de jovens bolsistas estrangeiros provenientes dos países do Terceiro Mundo que chegam a Cuba para realizarem a sua formação académica, ajudando à sua completa integração nas várias universidades espalhadas pelo país.
Mas o ICAP não é somente um veículo para fazer chegar ao povo cubano os bens materiais da solidariedade mundial, como também, como todo o povo cubano, tem orgulho e satisfação em a retribuir, segundo o princípio de que a solidariedade não só beneficia quem a recebe, como também enobrece quem a pratica.
É assim que para o corrente ano o ICAP tem já programadas três importantes Brigadas, nomeadamente a “VI Brigada Internacional 1.º de Maio”, de 22 de Abril a 6 de Maio, cujo ponto alto será a participação no desfile do Dia do Trabalhador, o “41.º Contingente da Brigada Internacional de Trabalho José Marti”, de 2 a 20 de Julho, que conta com um vasto programa social e a “Brigada Internacional pelos Caminhos do Che”, de 30 de Setembro a 14 de Outubro, assinalando o 45.º aniversário do assassinato do Comandante Che Guevara.
Todas as Brigadas têm uma forte componente social, cultural e lúdica, para além do franco convívio que sempre se estabelece entre cubanos e brigadistas que se deslocam de todo o mundo, numa mescla de saberes e experiências que fraternalmente são intercambiados durante estes dias que são passados em comum, iniciando-se aí fortes amizades sinceras e duradoras.
Posted in: ICAPCelebra Cuba aniversario 45 de organización solidaria
Alfonso Fraga, secretario General de la Organización de Solidaridad con los Pueblos de África, Asia y América Latina (OSPAAAL), afirmó hoy, al cumplirse el aniversario 45 de la institución, que la marcha soberana de los pueblos no se detendrá.
En acto, en la sede de ese organismo, Fraga manifestó que en estas cuatro décadas y media se ha trabajado por multiplicar la lucha de las naciones subdesarrolladas en contra de las actitudes prepotentes del imperio, el cual se empeña en despojarlas de su soberanía y libre determinación.
Agregó que entre los objetivos fundamentales de la organización está la promoción del acceso a la educación y la información de los pueblos en todos los confines del planeta, en aras de contraponerla a la propaganda desinformativa y hegemónica de las grandes potencias.
Julio Murientes, co presidente del Movimiento Independiente Nacional Hostosiano de Puerto Rico, destacó el estrecho y solidario vínculo de las fuerzas patrióticas de su país con la OSPAAAL.
Expresó que esta institución y la Misión de Puerto Rico en Cuba, fundadas en el mismo año, forman parte de la historia moderna de la lucha de los pueblos.
Carlos Amat, director general de la Asociación Cubana de Naciones Unidas (ACNU), entregó el sello conmemorativo aniversario 60 de su institución al secretariado de la OSPAAL, por su sostenida contribución a la unidad, al desarrollo de las naciones y a la paz mundial. Participaron en el acto miembros del cuerpo diplomático, representantes de organizaciones solidarias e invitados.
En acto, en la sede de ese organismo, Fraga manifestó que en estas cuatro décadas y media se ha trabajado por multiplicar la lucha de las naciones subdesarrolladas en contra de las actitudes prepotentes del imperio, el cual se empeña en despojarlas de su soberanía y libre determinación.
Agregó que entre los objetivos fundamentales de la organización está la promoción del acceso a la educación y la información de los pueblos en todos los confines del planeta, en aras de contraponerla a la propaganda desinformativa y hegemónica de las grandes potencias.
Julio Murientes, co presidente del Movimiento Independiente Nacional Hostosiano de Puerto Rico, destacó el estrecho y solidario vínculo de las fuerzas patrióticas de su país con la OSPAAAL.
Expresó que esta institución y la Misión de Puerto Rico en Cuba, fundadas en el mismo año, forman parte de la historia moderna de la lucha de los pueblos.
Carlos Amat, director general de la Asociación Cubana de Naciones Unidas (ACNU), entregó el sello conmemorativo aniversario 60 de su institución al secretariado de la OSPAAL, por su sostenida contribución a la unidad, al desarrollo de las naciones y a la paz mundial. Participaron en el acto miembros del cuerpo diplomático, representantes de organizaciones solidarias e invitados.
Posted in: OSPAAALOrganização de Solidariedade aos Povos da Ásia, Africa e América Latina
A OSPAAAL surge a partir da convocação da Conferência Tricontinental em Havana, em 1966, liderada pelo próprio Che e por Mehdi Ben-Barka, da qual participaram os setores mais revolucionários dos 3 continentes. Nasce dentro do objetivo estratégico de construir a imprescindível unidade entre as lutas da Ásia, da África e da América Latina em torno de princípios muito bem definidos e em apoio à insurgência armada que se desenvolvia em toda parte. Pelo Brasil, participou o revolucionário Carlos Marighela.
Após sua fundação, a OSPAAAL se decide pelo lançamento de seu órgão ideológico, a Revista Tricontinental, em 1967. Envia uma mensagem a todos seus participantes e colaboradores, requisitando artigos para o primeiro número da Revista. Apesar de já estar nas selvas da Bolívia, o primeiro artigo a chegar foi o de Che Guevara. O texto era de tal clareza conceitual, utilidade prática e simplicidade expositiva que obrigava os editores a não deixá-lo envelhecer, em um momento crucial para o destino da humanidade.
Assim, no dia 16 de abril de 1967, o artigo de Che, sua “Mensagem à Tricontinental”, foi publicado sob a forma de Suplemento Especial da Revista Tricontinental, ainda antes do lançamento de seu 1º número.
Na Mensagem, Che defende que através do enfrentamento em todos os pontos do globo debilitaríamos a moral do imperialismo e dividiríamos suas tropas, infligindo-lhe golpes decisivos, e que na América Latina, dadas suas características, esses enfrentamentos deveriam necessariamente desenvolver-se em revoluções socialistas, ou seriam caricaturas de revolução. Devemos discutir nossas divergências táticas, mas a defesa dos objetivos estratégicos deve ser intransigente.
O texto, lançado apenas 6 meses antes de sua queda em combate, é considerado seu testamento político.
Após sua fundação, a OSPAAAL se decide pelo lançamento de seu órgão ideológico, a Revista Tricontinental, em 1967. Envia uma mensagem a todos seus participantes e colaboradores, requisitando artigos para o primeiro número da Revista. Apesar de já estar nas selvas da Bolívia, o primeiro artigo a chegar foi o de Che Guevara. O texto era de tal clareza conceitual, utilidade prática e simplicidade expositiva que obrigava os editores a não deixá-lo envelhecer, em um momento crucial para o destino da humanidade.
Assim, no dia 16 de abril de 1967, o artigo de Che, sua “Mensagem à Tricontinental”, foi publicado sob a forma de Suplemento Especial da Revista Tricontinental, ainda antes do lançamento de seu 1º número.
Na Mensagem, Che defende que através do enfrentamento em todos os pontos do globo debilitaríamos a moral do imperialismo e dividiríamos suas tropas, infligindo-lhe golpes decisivos, e que na América Latina, dadas suas características, esses enfrentamentos deveriam necessariamente desenvolver-se em revoluções socialistas, ou seriam caricaturas de revolução. Devemos discutir nossas divergências táticas, mas a defesa dos objetivos estratégicos deve ser intransigente.
O texto, lançado apenas 6 meses antes de sua queda em combate, é considerado seu testamento político.
Posted in: OSPAAALFederación Estudiantil Universitaria
Organización que agrupa a los estudiantes universitarios cubanos, representa sus intereses y hace valer sus derechos.
La FEU, reconoce como Presidente de Honor a José Antonio Echeverría, símbolo de las luchas estudiantiles en Cuba. Es miembro de la Organización Continental Latinoamericana y Caribeña de Estudiantes (OCLAE) y de la Unión Internacional de Estudiantes (UIE).
Historia
Con la fundación de la Universidad de la Habana el 5 de enero de 1728 se inicia en Cuba la historia de la Educación Superior; lacrada al inicio por los vicios coloniales del poder, el racismo y la esclavitud imperantes en la naciente sociedad. Carlos Manuel de Céspedes, Ignacio Agramonte y José Martí simbolizaron el exponente supremo representativo de los universitarios en esta época, identificados por su preparación, inteligencia y sentimientos independentistas.
El período de la República Neocolonial mancha con horror y sangre, despotismo y lujuria la Universidad cubana. Estos lacrantes flagelos dan paso y motivos a que el estudiantado progresista se lance a las calles en busca de legitimizar sus derechos y ganar todo el protagonismo nunca antes alcanzado. Así nace la Federación Estudiantil Universitaria (FEU), fundada el 20 de diciembre de 1922 por el joven revolucionario que más hizo en tan poco tiempo de vida, Julio Antonio Mella.
Composición
Cuenta con más de 110 mil miembros en sus filas, estructurada en forma ascendente: jefe de brigada, Presidente de Filial o Facultad , Presidente de CES o Universidad y Secretariado Nacional , integrado por 17 estudiantes, representados por un Consejo Nacional que se realiza 2 veces en el año y el Congreso que se efectúa cada 4 años.
Objetivos
1. Generales
Representar al estudiantado universitario; canalizando sus inquietudes, defendiendo sus intereses y viabilizando sus iniciativas. Garantizar el ejercicio efectivo de los derechos de sus miembros y velar por el cumplimiento de sus deberes.
Forjar para la sociedad nueva, el Hombre Nuevo al que aspiró el Ché, en el amor a la Patria, a la Revolución y a nuestros mejores valores.
Reafirmar la vocación social de los universitarios a través de la actividad comunitaria, el cumplimiento de tareas de impacto social y la participación desde el estudio u otras tareas en la solución de problemas de la sociedad.
2. Específicos
Fomentar la preparación académica del estudiantado a través del estudio conciente, la investigación científica y la necesidad de la superación constante.
Promover el conocimiento de nuestra historia, tradiciones y el apego a nuestra cultura e identidad como nación.
Potenciar el desarrollo integral de los estudiantes universitarios a través del movimiento deportivo y de artistas aficionados.
Consolidar la solidaridad en las relaciones con el estudiantado revolucionario, progresista y democrático de todo el mundo, y con la atención y relaciones con los estudiantes de otras nacionalidades en Cuba.
Integrar estos objetivos en la participación activa de los universitarios en la vida de la sociedad y su formación como graduados cada vez mejores ética, profesional, cultural y políticamente, dispuestos a servir a la Revolución en el lugar donde la sociedad los necesite.
Ingreso a la Organización
Puede ingresar a la FEU todo estudiante universitario que curse estudios superiores en Cuba, sin distinción de sexo, raza, creencia religiosa, nacionalidad o procedencia social, que voluntariamente desee pertenecer a ella y no tenga estatus de trabajador; así como los dirigentes estudiantiles activos hasta dos años después de graduados.
Posted in: FEUCentral de Trabajadores de Cuba
Organización representativa de los trabajadores organizados sindicalmente en todo el país, heredera de las mejores tradiciones de lucha y combate de la nación cubana.
La historia de la CTC data desde los enfrentamientos obreros de la Cuba colonial y se prolonga por más de 50 años de república mediatizada bajo el dominio de los imperialistas norteamericanos.
La CNOC
La CTC tuvo su antecedente en la Confederación Nacional Obrera de Cuba (CNOC), que fue considerada como la primera central proletaria cubana, y que desde sus inicios apoyó e impulsó las luchas entre clases. La CNOC, bajo la guía del Partido Comunista, llevó a cabo dos conocidas huelgas: la primera en agosto de 1933 le dio culminación al gobierno despótico de Gerardo Machado, y la segunda en marzo de 1935 que resulto brutalmente reprimida por el gobierno de Batista-Caffery-Mendieta.
La FOH y su líder Alfredo López serían los grandes animadores en el Congreso Obrero de Camagüey (agosto de 1925) de la primera central sindical nacional: la Confederación Nacional Obrera de Cuba (CNOC). A pesar de sus iniciales debilidades ideológicas y organizativas, lógicas por el nivel de madurez y experiencia del proletariado cubano de entonces, la CNOC marcó un hito en la historia de nuestro movimiento obrero al agrupar unitariamente a lo más honesto de las organizaciones sindicales.
El tirano Machado comprendió el peligro que significaba la Confederación e intentó neutralizarla con la desaparición de Alfredo López en 1926. A partir del año siguiente, gracias a la influencia de Rubén Martínez Villena, quien de asesor legal como abogado devino de hecho en su máximo dirigente, se logró un robustecimiento de los sindicatos, al punto de que en la huelga de marzo de 1930 se paralizó casi todo el país durante 24 horas.
En condiciones de ilegalidad, la entidad desempeñó un papel muy activo en el derrocamiento de la tiranía machadista. También se opuso a la tiranía del sargento devenido coronel Batista y del embajador yanqui Caffery, y participó en la huelga de marzo de 1935, a la que la falta de unidad entre las fuerzas revolucionarias llevó a la derrota. La represión fue tremenda. Ocuparon militarmente los sindicatos y militarizaron la Universidad Nacional y los centros de trabajo. La CNOC quedó desarticulada y los pocos sindicatos que pudieron desarrollar una actividad semilegal tenían sobre sí constantemente amenazas de muerte o de cárcel.
En 1937, ante la situación internacional existente y la creciente presión de las masas que comenzaban a rebelarse contra el terrorismo de Estado instaurado, Batista comprendió que no podía seguir gobernando con esos métodos si quería mantenerse en el poder y emprendió la llamada “apertura democrática en la que hizo concesiones a la oposición.
En diciembre de ese año, liberó a tres mil presos políticos; luego, restableció la autonomía universitaria y permitió la actividad sindical. José María Pérez y otros destacados líderes obreros fundaron en 1938 la Federación de Trabajadores de la Provincia de La Habana (FTPH), la cual, como la FOH de 1921, serviría de motor impulsor para la nueva central sindical nacional.
En el Segundo Congreso Obrero Latinoamericano que se efectuó en México en septiembre de 1938, los líderes sindicales cubanos que participaron fraguaron el compromiso de lograr la unificación del movimiento obrero en Cuba.
Nacimiento de la CTC
En cumplimiento de la promesa hecha en el Segundo Congreso Obrero Latinoamericano, se realizó del 23 al 28 de enero de 1939 en Ciudad de La Habana el Congreso Constituyente de la Confederación de Trabajadores de Cuba, en el cual participaron alrededor de 1500 delegados provenientes de 700 organizaciones de masa.
Diversos acuerdos se adoptaron en este congreso, como el reclamo de que cesara toda forma de persecución y chequeo policiaco a las actividades sindicales, se abogó por una Asamblea Constituyente que dotara a Cuba de una nueva Carta Magna y por la solidaridad con el pueblo español en su lucha contra el fascismo.
Sin dudas, el acuerdo más trascendental fue declarar disuelta la CNOC, la cual ya había desempeñado dignamente su papel al llevar al movimiento obrero a un nivel superior de organización y claridad, para en su lugar crear la Confederación de Trabajadores de Cuba (CTC). Para ocupar el cargo de secretario general de la organización se eligió al obrero Lázaro Peña por su destacada trayectoria como dirigente popular y por su honestidad y valor.
Aunque en ese mismo año se pidió la legalización de la CTC, el Ministerio del Trabajo rechazó tal petición basándose en la festinada interpretación de un viejo decreto-ley. No fue hasta el 9 de abril de 1943 que, por el decreto mil 123, publicado tres días después en la Gaceta Oficial, la organización sindical nacional tuvo reconocimiento legal. Al evaluar el Congreso, Lázaro Peña afirmó por aquellos días:
«"En Cuba se han celebrado ya otros grandes congresos con fines significativos y en los que han participado las masas de disímiles organizaciones de trabajo, pero es la primera vez que asistimos a un Congreso consciente, cabal y enteramente, de lo que la unidad es y significa para Cuba. De aquí que para mí, la mayor significación de nuestro Congreso radica en esa unidad consciente, que no oculta las diferencias sostenidas, sino que se basa en ellas para abolirlas en la acción cotidiana y por la acción de la unidad".»
Desde sus inicios esta organización estuvo vigilada por los gobiernos que compartían los intereses de Estados Unidos. Al igual que ocurrió con los representantes de la CNOC, los dirigentes de la CTC eran perseguidos, encarcelados y asesinados. Esta situación cambió radicalmente al llegar al poder la Revolución Cubana en 1959.
La CTK
De 1939 a 1947, la CTC constituyó un baluarte de la unidad del movimiento obrero cubano y de la defensa de sus intereses de clase. Por ello, resultaba un obstáculo para el imperialismo y la oligarquía burgués-terrateniente criolla, los que en complicidad con el Gobierno de Ramón Grau San Martín (1944-1948), conspiraron para neutralizarla y de paso, desarticular al movimiento obrero.
Con el fin de cumplir tales objetivos, se apoyaron en la traición de dirigentes corruptos, prestos a venderse por 30 monedas, como Eusebio Mujal, el luego "líder" de la CTC mediatizada, quien logró amasar una fortuna y convertirse en un próspero propietario. Les sirvió en esta subasta de conciencias el famoso inciso K, acápite de una ley de impuestos aprobada para pagar nuevas plazas de maestros, cuyos fondos comenzaron a ser robados impunemente por Fulgencio Batista y su titular de Educación, Anselmo Alliegro, durante su presidencia constitucional (1940-1944), para luego alcanzar registros inimaginables de malversación en la etapa de los gobiernos auténticos, con el presidente Grau y su ministro José Manuel Alemán, quienes también utilizaron esos fondos para comprar pandilleros.
Lázaro Peña y otros líderes unitarios fueron ilegalmente desalojados de sus puestos. A otros, como Jesús Menéndez y Aracelio Iglesias, los asesinaron. Una CTC oficialista, deshonesta y complaciente con la patronal se instaló con el aplauso de la reacción. El pueblo, con su humor característico, la llamó CTK, en alusión al inciso de las malversaciones.
La división del movimiento obrero traería al país graves males: cuando Batista y sus secuaces asaltaron el poder en 1952 para imponer su política de “ley de fuga” y torturas, el proletariado cubano careció de una organización sindical que lo guiara para enfrentar el golpe de Estado y defender los intereses nacionales.
No fue hasta seis años después que, bajo una orientación de Fidel emitida desde la Sierra Maestra, las organizaciones genuinamente obreras, patrióticas y revolucionarias coordinaron esfuerzos en el Frente Obrero Nacional Unido (FONU). El proletariado haría su gran aporte a la Revolución con la Huelga General de enero de 1959, que dio al traste con los intentos imperialistas de impedir el triunfo popular.
Una vez más se evidenciaba que la unidad entre todos los revolucionarios cubanos seguía siendo la clave esencial en la defensa de los intereses de la patria cubana.
CTC (R)
Con el triunfo revolucionario, el proletariado cubano recuperó su CTC. Para diferenciarla de aquella CTK, el pueblo comenzó a llamarla CTC Revolucionaria. En noviembre de 1959 se eligieron en todos los sindicatos del país, en limpias asambleas generales, los delegados al X Congreso Obrero, primero de la CTC-R, paso democrático que no se veía en Cuba desde aquel asalto gangsteril de 1947. Posteriormente en el año 1961 cambia su nombre al de Central de Trabajadores de Cuba.
Hablar de la CTC en estos años de Revolución en el poder, es referirse al apoyo incondicional del proletariado cubano al proceso iniciado en 1959. Como afirmara Fidel, el fruto más importante del trabajo de la CTC en esta etapa reside en
"su contribución al desarrollo de la conciencia revolucionaria de nuestra clase obrera, y al impulso en ella en una nueva actitud colectivista ante el trabajo y la propiedad social.
En esa conciencia, forjada por la incorporación masiva a las filas de la defensa, en el trabajo voluntario, en la superación cultural y técnica, en la batalla cotidiana por la producción, en el ejercicio de la democracia sindical, y en el sentimiento de dignidad que la Revolución ha fortalecido en cada trabajador mediante la participación activa en todas las decisiones que afectan su vida, está la garantía más firme de la permanencia, solidez y avance ininterrumpido de nuestro proceso revolucionario".
Estructura y funciones
La estructura de la CTC consta de: Congreso, Consejo Nacional, Comité Nacional, Secretariado Nacional, sindicatos nacionales, ramales, comités provinciales, buró sindical a nivel de empresa, y sección sindical.
Existen 18 sindicatos nacionales que agrupan a unos 2 998 634 trabajadores afiliados, aproximadamente.
El ingreso a sus filas es de manera voluntaria y la conforman unos 19 sindicatos nacionales. Está establecido en sus Estatutos que se efectúen congresos cada 5 años en donde se elige al Secretario General y a los nuevos representantes que están comprendidos en el Consejo Nacional, el Comité Nacional y el Secretariado. En cada centro de trabajo en el que trabajen más de 5 personas puede existir una sección sindical. Varias secciones sindicales conforman un buró sindical. El 96% de los trabajadores cubanos pertenecen a la CTC. Esta organización se abandera como una fuerza muy importante para la defensa de los intereses del pueblo y de la Revolución. El Secretario General de la CTC es miembro de la máxima dirección del Estado y del Partido Comunista.
El periódico oficial de la organización es Trabajadores que se publica semanalmente para todo el territorio nacional. Los dirigentes sindicales reciben capacitación en los 14 centros provinciales y en la Escuela Nacional de Cuadros Lázaro Peña. Las mujeres trabajadoras y los jubilados reciben una buena atención en los sindicatos y tienen a su favor leyes que apoyan sus derechos a no ser discriminados, poder trabajar y recibir una pensión al retirarse.
El secretario general actual es Salvador Valdés Mesa.
Posted in: CTCla fundación de la Central de Trabajadores de Cuba por el capitán de la clase obrera
Tras los esfuerzos en las condiciones más adversas, Lázaro Peña, el invicto Capitán de la clase obrera, logró la fundación de la Central de Trabajadores de Cuba (CTC) el 28 de enero de 1939, de la que fue electo Secretario General el destacado dirigente comunista.
“...en ningún momento al iniciarse las labores de esta reunión, apartamos la vista de la unificación, que es la necesidad de nuestra vida obrera y es lo que ansía nuestro pueblo.” Así, ya en el discurso inaugural del Primer Congreso Nacional de Trabajadores, Lázaro Peña avizoró la unidad proletaria como el objetivo clave de la organización.
Surgió la CTC en aquel Congreso, donde plasmaron los sueños de la vanguardia del movimiento obrero durante décadas. El Foro desarrollado del 23 al 28 de enero de 1939 alcanzó por primera vez en la nación cubana una sólida organización obrera.
La CTC emprendió desde los primeros momentos la histórica tarea de enfrentar la maquinaria poderosa de la reacción burguesa, que prohibió el derecho a la huelga y a la organización sindical.
Tras la huelga revolucionaria de marzo de 1935, el dictador Fulgencio Batista desplegó una represión fuerte contra la clase obrera y la organización de entonces. La Confederación Nacional Obrera de Cuba (CNOC) fue reprimida y mucho de los dirigentes asesinados, presos o tuvieron que pasar a la clandestinidad.
Hora difícil aquella en que el Movimiento Comunista se dio a la tarea ardua de vertebrar un bloque único de los trabajadores cubanos. A finales de 1935 ocupó Lázaro Peña la dirección de la CNOC y renació el nuevo enfrentamiento con la reacción, que asalta en aquella época hasta los sindicatos reformistas.
Avanzó hacia la propuesta unidad la lucha sindical. Al regresar de México, donde participó en la fundación de la Confederación de Trabajadores de América Latina (CTAL) Lázaro Peña organizó el Comité Gestor del Primer Congreso.
Bastión del proletariado, la CTC que desde aquel 1939 fue en ocasiones usurpada, vendida y traicionada por pandillas organizadas por la burguesía desde el poder.
Victoriosa emergió la Revolución que le dio un nuevo sentido y una proyección encaminada a la construcción de la Sociedad Socialista, de los trabajadores unidos y organizados como parte del pueblo firme por la defensa de la Patria que celebra el aniversario 70 de la CTC, por la continuidad y la eficiencia económica.
Posted in: CTCFuerzas Armadas Revolucionarias
Fuerzas Armadas Revolucionarias, nacidas el 2 de diciembre de 1956, durante el desembarco del Yate Granma en Las Coloradas, poseen una estructura, equipamiento y preparación que garantiza el cumplimiento de sus misiones combativas y además permite el empleo de sus integrantes en actividades de provecho para el desarrollo económico del país y para la protección del medio ambiente. Están integradas por las Tropas Regulares y las Milicias de Tropas Territoriales, y cumplen sus misiones durante la lucha armada en cooperación con los órganos y unidades del Ministerio del Interior y las Brigadas de Producción y Defensa.
Las Fuerzas Armadas Revolucionarias constituyen la institución militar básica del Estado, que tiene la misión fundamental de combatir al agresor desde los primeros momentos y con todo el pueblo, hasta alcanzar la victoria.
Las FAR poseen una estructura, equipamiento y preparación que garantiza el cumplimiento de sus misiones combativas y además permite el empleo de sus integrantes en actividades de provecho para el desarrollo económico del país y para la protección del medio ambiente. Están integradas por las tropas regulares y las Milicias de Tropas Territoriales, y cumplen sus misiones durante la lucha armada en cooperación con los órganos y unidades del Ministerio del Interior y las Brigadas de Producción y Defensa.
Las Fuerzas Armadas Revolucionarias están integradas por las siguientes categorías de tropas:
- Tropas regulares.
- Milicias de Tropas Territoriales.
- Tropas Regulares
Las Tropas regulares, constituyen la principal categoría de tropa de las Fuerzas Armadas Revolucionarias. Sirven de escudo protector y vanguardia armada para garantizar el paso del país al Estado de Guerra. Están dotadas de moderno armamento, de gran volumen de fuego y capacidad de maniobra y se preparan para combatir al adversario en cualquier condición de la situación, tanto de forma independiente como en cooperación con otras tropas. Por lo general, en tiempo de guerra, se designan para cumplir las misiones combativas más importantes. Según su nivel de completamiento en tiempo de paz, pueden estar estructuradas en unidades permanentes (poseen un completamiento total desde tiempo de paz), reducidas (en su composición tienen unidades permanentes y unidades que se completan en tiempo de guerra) y de cuadros (en tiempo de paz tienen los cuadros y el personal necesario para garantizar el mantenimiento de la técnica de combate y el armamento y la movilización de las tropas en tiempo de guerra).
Por su designación combativa, las FAR están clasificadas como unidades de respuesta rápida, de designación territorial y de designación local.
Por su designación combativa, las FAR están clasificadas como unidades de respuesta rápida, de designación territorial y de designación local.
Según las misiones que cumplen las tropas se clasifican en: unidades combativas, y unidades (formaciones especiales) de aseguramiento combativo y logístico.
Las unidades de las FAR se clasifican según su organización en: agrupaciones territoriales (ejército, región militar y sector militar), grandes unidades (división y brigada), medianas unidades (regimiento, batallón – grupo y equivalentes), pequeñas unidades (compañía – batería, pelotón, escuadra – dotación – tripulación), y formaciones especiales (en las MTT).
Unidades Terrestres
Las tropas terrestres son las fuerzas principales y más numerosas. El armamento y la técnica militar con que están equipadas garantizan el cumplimiento de las misiones asignadas y se estructuran fundamentalmente en divisiones, brigadas y regimientos; también existen batallones y compañías independientes.
Las Tropas de la Defensa Antiaérea y Fuerza Aérea se estructuran en brigadas y regimientos de defensa antiaérea y de aviación. Tienen la misión principal de rechazar los golpes del enemigo, apoyar las acciones de las tropas terrestres y de la Marina de Guerra Revolucionaria, así como garantizar el aviso a las tropas, fuerzas y a la población en general. La defensa antiaérea popular tiene una importancia singular en el Sistema de defensa antiaérea, ya que asegura que no haya objetivo económico y político sin protección.
Las unidades de la Marina de Guerra Revolucionaria constituyen bases navales que cuentan con escuadrillas de lanchas coheteras y torpederas, cazasubmarinos y otras unidades de superficie y destino especial.Tienen la misión de luchar contra las agrupaciones del enemigo en los accesos al territorio nacional y asestar golpes a sus medios navales. Un importante papel desempeña la Marina Popular, constituida por Formaciones Especiales Navales y Brigadas de Producción y Defensa especializadas en la lucha en el mar.
Milicias de Tropas Territoriales
Las Milicias de Tropas Territoriales (MTT), la categoría de tropa más numerosa, constituyen una de las formas de organización de nuestro pueblo para llevar a cabo la lucha armada y cumplir, además, otras tareas de la defensa. Como regla cumplen sus misiones combativas subordinadas a los mandos militares de las provincias y los municipios.
Las Milicias de Tropas Territoriales son completadas sobre la base de los principios de voluntariedad, selectividad y territorialidad. Sus miembros, cuando son movilizados para cumplir misiones propias del servicio militar activo, se consideran militares y están sujetos a la legislación militar. El aseguramiento material, técnico y financiero de las MTT es responsabilidad de los Órganos Locales del Poder Popular y se realiza de acuerdo a las disposiciones que al efecto dicta el MINFAR.
Son agrupaciones de fuerzas y medios de las Milicias de Tropas Territoriales que se organizan en las entidades económicas civiles con su propio personal y recursos y que cumplen misiones en las situaciones excepcionales comunes o afines a las que realizan en tiempo de paz.
Se organizan sobre la base de las cifras de personal, medios y equipos que se establecen por el Ministerio de las Fuerzas Armadas Revolucionarias (MINFAR) y teniendo en cuenta, además, las tareas de preparación del país para la defensa y para casos de catástrofes, y las estructuras de las entidades económicas en que se crean.
En los territorios, son los ejércitos los que en el marco de las cifras de personal, medios y equipos autorizados por el Ministerio de las Fuerzas Armadas Revolucionarias, deciden las Formaciones Especiales a crear, y en coordinación con los presidentes de los Consejos de Defensa provinciales y los jefes de las entidades económicas correspondientes, ordenan dónde organizarlas, sus misiones específicas y su subordinación.
La incorporación del personal a la Forma¬ción Especial se realiza de acuerdo a los principios establecidos para las Milicias de Tropas Territoriales. El personal que se relacione es aprobado por el Sector Militar.
Las Formaciones Especiales se organizan según las especialidades que por las tareas que cumplen en tiempo de paz distinguen alas entidades donde éstas se crean. Las principales son:
- Formaciones Especiales Ingenieras: se crean fundamental¬mente en las entidades constructivas.
- Formaciones Especiales de Comunicaciones: se organizan en las entidades de comunicaciones.
- Formaciones Especiales de Servicios Médicos: se crean en hospitales y centros de salud.
- Formaciones Especiales de Transporte: se organizan en entidades de transporte.
- Formaciones Especiales de Aviación: se crean en entidades aéreas, como Cubana de Aviación, aviación agrícola y otras.
- Formaciones Especiales Navales: se crean en entidades relacionadas con la pesca, marina mercante y otras.
- Formaciones Especiales Ferroviarias: se organizan en las entidades ferroviarias.
Estructuras
Las Fuerzas Armadas Revolucionarias están estructuradas en:
Aparato Central del Ministerio de las Fuerzas Armadas Revolucionarias.
Ejércitos.
Ejercito Juvenil del Trabajo.
Unidades de subordinación directa.
Además, existe un área empresarial que incluye uniones militares, empresas y otras entidades económicas.
Aparato Central del MINFAR
Ministerio de las Fuerzas Armadas Revolucionarias
Dirige, ejecuta y controla la preparación del país para la defensa; la defensa del Estado; la preparación y realización de la lucha armada y el abastecimiento con material de guerra.
Visión y funciones
Es el organismo encargado de dirigir, ejecutar y controlar la aplicación de la política del Estado y del Gobierno en cuanto a la preparación del país para la defensa; la defensa de la soberanía del Estado sobre todo el territorio nacional, incluidos el mar territorial y el espacio aéreo que sobre estos se extiende; la preparación y realización de la lucha armada; y la contratación, adquisición, producción y uso del material de guerra que satisfaga las necesidades de la defensa. Cumple esas obligaciones con la participación de los demás órganos y organismos estatales, las entidades económicas, instituciones sociales y los ciudadanos.
Estructura
Las FAR poseen una estructura, equipamiento y preparación que garantiza el cumplimiento de sus misiones combativas y además permite el empleo de sus integrantes en actividades de provecho para el desarrollo económico del país y para la protección del medio ambiente. Están integradas por las tropas regulares y las Milicias de Tropas Territoriales, órganos de dirección de su aparato central, ejércitos, unidades militares y otras instituciones y entidades, y cumplen sus misiones durante la lucha armada en cooperación con los órganos y unidades del Ministerio del Interior y las Brigadas de Producción y Defensa.
Ejército
Es la agrupación territorial de fuerzas y medios operativo – estratégica, que abarca el territorio de varias provincias, al que le corresponde el papel principal en la realización de la lucha armada y responde, desde tiempo de paz, por la preparación para la defensa del territorio asignado. Está compuesto por unidades terrestres, aéreas y marítimas. El Ejército se encuentra estructurado en Regiones Militares y cuenta además con una jefatura y Estado Mayor, así como con unidades de subordinación directa de las armas y aseguramientos, otras entidades e instituciones. Se encuentra dividido en tres grandes Ejércitos: Oriental, Central y Occidental.
Nacido con la victoria de Girón.Se constituyó 48 horas después de la victoria del pueblo cubano sobre las tropas mercenarias en las arenas de Playa Girón, en abril de 1961 y tuvo como su primer jefe a Raúl Castro Ruz.
Originalmente entre sus primeras unidades de combate, se encontraban la División 50 de Camilo Cienfuegos, la brigada de artillería Frank País García, un batallón de zapadores y cuatro sectores militares.
Este ejército acuña en su historial las grandes movilizaciones de la Crisis de Octubre, en 1962, las operaciones de la lucha contra bandidos, el combate a grupos contrarrevolucionarios infiltrados en la región, ataques de piratas y violaciones del espacio aéreo y marítimo y múltiples misiones internacionalistas.
El mando oriental tiene además en su larga hoja de servicios, el hecho de que fuera escogido para la fundación de las primeras estructuras del Partido Comunista de Cuba y la Unión de Jóvenes Comunistas en las Fuerzas Armadas Revolucionarias.
Central
Primero de los que integran las Fuerzas Armadas Revolucionarias, en organizarse, nace el 4 de abril de 1961. Sus combatientes han cumplido importantes misiones internacionalistas y múltiples tareas en interés de la defensa del país.
Nació, feliz coincidencia histórica, en igual fecha que Maceo y el Che, pero en el año 1961. Por eso, cada 14 de junio, el occidente cubano celebra, de manera simbólica, tres etapas de un mismo Ejército: el Mambí, el Rebelde y las actuales Fuerzas Armadas Revolucionarias.
Múltiples han sido las misiones de los combatientes del Ejército Occidental, primero en la lucha contra bandidos y el enfrentamiento a lanchas piratas o infiltraciones, luego en las misiones internacionalistas cumplidas en Argelia, Siria, Angola, Etiopía, así como otras importantes tareas en la defensa de la Patria.
Servicio Militar - Visión y Misión
El Servicio Militar Activo consiste en el cumplimiento directo de las obligaciones militares por los ciudadanos en unidades o dependencias de las Fuerzas Armadas Revolucionarias o el Ministerio del Interior.
Todos los ciudadanos del sexo masculino deben cumplir el Servicio Militar Activo por el plazo de dos años. El MINFAR puede disponer que este plazo sea conmutado con la prestación de dicho servicio en formas alternativas, siempre que se garantice la preparación militar correspondiente.
Los ciudadanos que constituyen el único sostén familiar reciben una prestación de asistencia social mientras permanezcan en servicio activo.
Reclutamiento y licenciamiento
Ha sido muy interesante la experiencia alcanzada con el trabajo de las comisiones de reclutamiento, encargadas de decidir acerca del destino de cada joven llamado a filas. Forman parte de ellas, además de los representantes de las FAR, los del gobierno y las organizaciones políticas y de masas de la localidad. A la entrevista con el futuro soldado se invita también a sus familiares cercanos. Los actos de despedida a los que marchan a cumplir el deber militar y de recibimiento a los soldados licenciados, son otra importante vía de reconocimiento de la comunidad a este inapreciable servicio.
Los ciudadanos de ambos sexos que así lo deseen y expresamente lo manifiesten, pueden incorporarse voluntariamente al Servicio Militar Activo cuando reúnan los requisitos establecidos. Aprovechando esa posibilidad, miles de jóvenes se han incorporado al Servicio Militar Voluntario Femenino en los últimos años.
El licenciamiento antes del plazo fijado es una forma de estímulo a los combatientes ejemplares. También existen otras formas de estímulo a los que cumplen ejemplarmente el deber militar, muy apreciadas por los jóvenes. Destaca el derecho a una segunda oportunidad de ingreso a la enseñanza universitaria de los jóvenes que no alcanzaron plazas por el escalafón normal al concluir la enseñanza media. Los aspirantes a esta opción reciben una preparación adicional costeada por las Fuerzas Armadas Revolucionarias y posteriormente un estipendio hasta la culminación de sus estudios.
Posted in: FARFederación de Mujeres Cubanas
Fundación
Antes de ser fundada la FMC , existían diversas organizaciones que agrupaban a las mujeres partidarias del proceso revolucionario cubano como Unidad Femenina Revolucionaria que aglutinaba a un gran número de mujeres campesinas, la Columna Agraria, las Brigadas Femeninas Revolucionarias, los Grupos de Mujeres Humanistas, Hermandad de Madres y otras que se fusionaron en una nueva y única organización femenina: la Federación de Mujeres Cubanas.
Creada en agosto de 1960, se trazó como objetivo principal la incorporación de la mujer a la sociedad y al empleo, así como al programa de cambios sociales y económicos en marcha en el país. Desde su constitución, La Federación de Mujeres Cubanas tuvo como presidenta a Vilma Espín Guillois, quien integraba el Consejo de Estado y dirigía la Comisión de Atención a la Mujer, la Infancia y la Juventud de la Asamblea Nacional del Poder Popular, participando en la formulación de las leyes que tienen que ver con la mujer, la discusión y elaboración del Código de Familia, aprobado en 1975. A la muerte de Vilma Espín en 2007 le sucedió como presidenta Yolanda Ferrer.
Estructura
Está estructurada territorialmente a nivel nacional, provincial, municipal y de base. Su Dirección Nacional está integrada por un Comité Nacional y un Secretariado, encargados de hacer cumplir los acuerdos adoptados en cada Congreso, órgano máximo de dirección que se celebra cada cinco años. El Comité Nacional reúne a mujeres representativas de todos los sectores sociales y a aquéllas que se encuentran en puestos de toma de decisiones en ministerios claves, en el Partido Comunista de Cuba, sindicatos y otras organizaciones sociales.
La Presidenta de la FMC integra el Consejo de Estado de la República de Cuba y dirige la Comisión de Atención a la Mujer, la Infancia y la Juventud de la Asamblea Nacional del Poder Popular.
Labor y objetivos
Su labor de coordinación se aprecia en los programas implementados de conjunto con diversos ministerios y organismos de gobierno, destacando las Comisiones de Coordinación del Empleo Femenino, que apuntan a mejorar la participación laboral femenina y a evitar las discriminaciones en las contrataciones.
Es una organización de masas que desarrolla políticas y programas encaminados a lograr el pleno ejercicio de la igualdad de la mujer en todos los ámbitos y niveles de la sociedad, entre otros aspectos.
La organización creó las Casas de Orientación a la Mujer y la Familia en las que radican equipos multidisciplinarios integrados por diferentes especialistas en Psicología, Psiquiatría, Pedagogía y trabajadoras sociales con el objetivo de brindar ayuda a las personas que necesitan saber cómo llevar la vida en familia, asumiendo así a la familia como principal núcleo social donde surgen diferentes problemáticas y conflictos relacionados con el alcoholismo, la violencia intrafamiliar, los divorcios entre otros que afectan las conductas de quienes la integran principalmente a los menores y ancianos.
La salud de la mujer es atendida con prioridad en las Casas de Orientación a la Mujer y la Familia trabajando en la conciencia de las mujeres, por ejemplo, haciéndoles ver la importancia de la prueba citológica para prevenir el cáncer uterino, el autoexamen de mamas y las medidas protección para evitar la infección de las enfermedades de transmisión sexual, teniendo en cuenta que los servicios médicos en Cuba son gratuitos. Lo anterior constituye una labor importante en el trabajo de esta organización en aras de atender los requerimientos de la mujer cubana en los momentos actuales.
Principales acciones
Organización y movilización de las mujeres en torno a los objetivos expuestos.Estudio y promoción de la legislación sobre mujer y familia. Divulgación jurídica de los derechos de las mujeres y las vías de demandarlos. Casas de Orientación de la Mujer y la Familia, entidad municipal de la FMC que entrega asesoría e información a través de profesionales y afiliadas a la organización.
Coordinación, con ministerios y otros organismos, de programas específicos para mujeres (educación, salud, capacitación, etc). Coordinación de acciones con organismos no gubernamentales, nacionales y extranjeros que trabajan con la mujer. Investigación sobre los principales problemas que enfrenta la mujer, sus intereses y opiniones. Publicación de la Revista Mujeres, destinada a promover una imagen no sexista de la mujer. Centro de Información y Documentación sobre la mujer.
Posted in: FMCIniciadores del sentimiento revolucionario en la juventud
Ser revolucionario cubano y joven comunista en los nuevos tiempos es también beber del ideario profundo de Mella; es practicar la fidelidad y el apego al pueblo de Camilo; es estar a la altura de los valores morales, éticos, el heroísmo y el honor de Gerardo, Fernando, Ramón, Antonio y René.
Ahora y en el futuro, se debe reforzar el papel de los Comité de Base como destacamento de combate diario, la ejemplaridad de la militancia, la consolidación de la organización como cantera natural y sólida del Partido, en quien radica la garantía de continuidad del proceso revolucionario y el avance del Socialismo.Los miles de médicos, los maestros y entrenadores deportivos que hoy cultivan la solidaridad en más de 60 naciones, derrochando sacrificios y desafiando peligros, son orgullo de la Patria.
Muchos de ellos son jóvenes formados en nuestras Universidades en los años más duros de la Revolución, cuando solo la conciencia patriótica y los elevados valores morales de nuestro pueblo pudieron imponerse a las predicciones de que Cuba caería como otros que equivocaron el camino.Su heroísmo en otras tierras, incluso al riesgo de sus preciosas vidas, tiene que multiplicarse en las decenas de miles de médicos, maestros y entrenadores que tienen la responsabilidad de brindar en nuestra Patria sus servicios al pueblo, en medio de condiciones nunca antes creadas para tener la mejor educación y salud del mundo y para refrendarnos como potencia deportiva internacional.
Ello solo es posible por el talento numeroso formado por la Revolución, que nos permitirá como nación vivir de nuestras producciones intelectuales y continuar ayudando a otros países hermanos.El futuro luminoso, que con inteligencia y sudor vamos labrando, está en peligro por las apetencias y el odio secular del imperio hacia este archipiélago rebelde y diferente.
Prepararnos para la defensa sigue siendo la primera misión de todos los jóvenes cubanos. Tenemos que conocer nuestro puesto de combate y forjar la convicción de que mientras haya un solo revolucionario combatiendo, la Revolución no puede ser derrotada.
Alistémonos con la seguridad de que si el enemigo se atreviera a agredirnos esa sería la última aventura guerrerista de la actual administración norteamericana. Conquistaremos el futuro. Libraremos una batalla vital y liberadora por el ser humano y la justicia. Nos animan esa fe infinita de Fidel en el hombre y su convicción profunda de que solo los que pelean tienen derecho a la victoria.
Posted in: UJCLo que debe tener un Joven Comunista
Lo primero que debe caracterizar a un Joven Comunista es el honor que siente por ser Joven Comunista, ese honor que lo lleva a mostrar ante todo el mundo su condición de Joven Comunista, que no lo vuelca en la clandestinidad, que no lo reduce a fórmulas sino que lo expresa en cada momento, que le sale del espíritu, que tiene interés en demostrarlo porque es su timbre de orgullo.
Junto a eso, un gran sentido del deber, un sentido del deber con nuestra sociedad que estamos construyendo, con nuestros semejantes como seres humanos y con todos los hombres del mundo. Eso es algo que debe caracterizar al Joven Comunista. Al lado de eso, su gran sensibilidad ante todos los problemas, su sensibilidad frente a la injusticia, su espíritu inconforme cada vez que surge algo que está mal, lo haya dicho quien lo haya dicho.
Plantearse todo lo que no se entienda, discutir y pedir aclaración de lo que no esté claro, declararle la guerra al formalismo, a todos los tipos de formalismos. Estar siempre abiertos para recibir las nuevas experiencias, para conformar la gran experiencia de la humanidad que lleva muchos años avanzando por la senda del socialismo a las condiciones concretas de nuestro país, a las realidades que existen en Cuba. Y pensar todos y cada uno cómo ir cambiando la realidad, cómo ir mejorándola.
El Joven Comunista debe plantearse ser siempre el primero en todo, luchar por ser el primero, sentirse molesto cuando en algo se ocupa otro lugar, y luchar por mejorar, por ser el primero. Claro que no todos pueden ser los primeros.
Pero sí entre los primeros, en el grupo de vanguardia. Eso debe ser ejemplo vivo, de ser el espejo donde se miren los compañeros que no pertenezcan a las Juventudes Comunistas, de ser el ejemplo donde se puedan mirar los hombres y mujeres de edad más avanzada que han perdido cierto entusiasmo juvenil, que han perdido cierta fe en la vida y que frente al ejemplo reaccionan siempre bien.
Esa es otra tarea de los Jóvenes Comunistas. Junto a eso, un gran espíritu de sacrificio, no solamente para las jornadas heroicas sino para todo momento, sacrificarse para ayudar al compañero en las pequeñas tareas, para que cumpla su trabajo, para que pueda hacer sus deberes en el colegio, en el estudio, para que pueda mejorar de cualquier manera. Estar siempre atento a toda la masa humana que lo rodea.
Es decir, hay algo que se plantea: la exigencia a todo Joven Comunista es ser esencialmente humano, y ser tan humano que se acerque a lo mejor de lo humano. Que purifique lo mejor del hombre a través del trabajo, del estudio, del ejercicio de la solidaridad continuada con el pueblo y con todos los pueblos del mundo.
Que se desarrolle al máximo la sensibilidad para sentirse angustiado cuando se asesine un hombre en otro rincón del mundo y para sentirse entusiasmado cuando en algún rincón del mundo se alza una nueva bandera de libertad. El Joven Comunista no puede estar limitado por las fronteras de un territorio.
El Joven Comunista debe practicar el internacionalismo proletario y sentirlo como cosa propia y acordarse y acordarnos nosotros, Jóvenes Comunistas y aspirantes a comunistas aquí en Cuba, que somos un ejemplo real y palpable para toda Nuestra América. Y más aún que para Nuestra América, para otros países del mundo que luchan también en otros continentes por su libertad, contra el colonialismo, contra el neocolonialismo, contra el imperialismo, contra todas las formas de opresión de los sistemas injustos.
Acordarse siempre de que somos una antorcha encendida, de que nosotros todos somos el mismo espejo que cada uno de nosotros individualmente es para el pueblo de Cuba, y somos ese espejo para que se miren en él los pueblos de América, los pueblos del mundo oprimido que luchan por su libertad. Y debemos de ser dignos de ese ejemplo. Y en todo momento y a toda hora debemos ser dignos de ese ejemplo.
Eso es lo que nosotros pensamos que debe ser un Joven Comunista. Y si se nos dijera que somos unos románticos, que somos unos idealistas inveterados, que estamos pensando en cosas imposibles y arquetipo humano, nosotros le tenemos que contestar una y mil veces que sí, que sí se puede. Que estamos en lo cierto.
Que todo el pueblo puede ir avanzando, ir liquidando las pequeñeces humanas como se han ido liquidando en Cuba en estos cuatro años de revolución, ir perfeccionándose como nos perfeccionamos todos día a día, liquidando intransigentemente a todos aquellos que se quedan atrás...
Y tiene que ser así, y debe ser así, y será así, compañeros Será así porque ustedes son Jóvenes Comunistas, creadores de la sociedad perfecta, seres humanos destinados a vivir en un mundo nuevo, donde todo lo caduco, todo lo viejo, todo lo que represente la sociedad cuyas bases acaban de destruirse habrá desaparecido definitivamente.
Para alcanzar eso, hay que trabajar todos los días, trabajar en el sentido interno de perfeccionarse, de aumentar los conocimientos, de aumentar la comprensión del mundo que nos rodea, de inquirir y averiguar, y conocer bien el porqué de las cosas y el plantearse siempre los grandes problemas de la humanidad como problemas propios.
Posted in: UJCChe ejemplo de juventud
Para los jóvenes, ser revolucionario cubano y joven comunista en estos tiempos y en el futuro, significa comprender y practicar el pensamiento del Che:
“…la exigencia a todo Joven Comunista es ser esencialmente humano, y ser tan humano que se acerque a lo mejor de lo humano. Que purifique lo mejor del hombre a través del trabajo, del estudio, del ejercicio de la solidaridad continuada con el pueblo y con todos los pueblos del mundo. Que se desarrolle al máximo la sensibilidad para sentirse angustiado cuando se asesine a un hombre en otro rincón del mundo y para sentirse entusiasmado cuando en algún rincón del mundo se alza una nueva bandera de libertad.
“El Joven Comunista no puede estar limitado por las fronteras de un territorio. El Joven Comunista debe practicar el internacionalismo proletario y sentirlo como cosa propia y acordarse y acordarnos nosotros, Jóvenes Comunistas y aspirantes a comunistas aquí en Cuba, que somos un ejemplo real y palpable para toda Nuestra América”.
En los años por venir, como pedía el Che, el internacionalismo seguirá siendo la mejor expresión de los valores humanos forjados por la Revolución en nuestro pueblo y la mejor contribución que podamos dar a la consecución de ese mundo mejor posible para todos.La Unión de Jóvenes Comunistas tiene que definirse por una sola palabra: “Vanguardia”.
Ustedes, compañeros, deben ser la vanguardia de todos los movimientos, los primeros en estar dispuestos para los sacrificios que la Revolución demande, cualquiera que sea la índole de estos sacrificios; los primeros en el trabajo, los primeros en el estudio, los primeros en la defensa del país.
Y plantearse esta tarea no solo como la expresión total de la juventud de Cuba, no solo como una tarea de grandes masas vertebradas en una institución, sino como las tareas diarias de cada uno de los integrantes de la Unión de Jóvenes Comunistas.
Y para ello hay que plantearse tareas reales y concretas, tareas de trabajo cotidiano que no pueden admitirse el más mínimo desmayo...La organización es la clave que permite atenazar las iniciativas que surgen.
Si no existe la organización, las ideas, después del primer momento de impulso, van perdiendo eficacia. Van cayendo en la rutina, van cayendo en el conformismo y acaban por ser simplemente un recuerdo
Al mismo tiempo, todos y cada uno de ustedes deben plantearse que el ser Joven Comunista, el pertenecer a la Unión de Jóvenes Comunistas, no es una gracia que alguien les haga. Ni es una gracia que ustedes hagan al estado o a la Revolución.
El pertenecer a la Unión de Jóvenes Comunistas debe ser el más alto honor de un joven de la sociedad nueva.Debe ser el honor por el que luchen en cada momento de su existencia. Y además, el honor de mantenerse y mantener alto el nombre individual dentro del gran nombre de la Unión de Jóvenes Comunistas debe ser un empeño constante también...
Hoy la defensa del país sigue ocupando el primer lugar en nuestros desvelos. Pero no debemos olvidar que la consigna que guía a los Jóvenes Comunistas “el estudio, el trabajo y el fusil” está íntimamente unida entre sí, que no puede haber defensa del país solamente con el ejercicio de las armas, con estar prestos a la defensa. Que además debemos defender el país construyéndolo con nuestro trabajo y preparando los nuevos cuadros técnicos para acelerar mucho más su desarrollo en los años venideros...
El estudio a todos los niveles es también hoy una tarea de la juventud; el estudio mezclado con el trabajo...Pero es muy importante esta tarea, porque no es solamente la Unión de Jóvenes Comunistas, no son solo los Jóvenes Comunistas los que dan en esta tarea. Reciben, y en algunos casos reciben más de lo que dan.
Reciben experiencias nuevas: una nueva experiencia del contacto humano, nuevas experiencias de cómo viven nuestros campesinos, de cómo es el trabajo y la vida en los lugares más apartados, de todo lo que hay que hacer para elevar aquellas regiones al mismo nivel que las ciudades y que los campos en los lugares más habitables.
Reciben entonces experiencia y madurez revolucionaria... Y deben recibir siempre y recibir con respeto la voz de esa experiencia. Pero la juventud tiene que crear. Una juventud que no crea es una anomalía realmente. Y a la Unión de Jóvenes Comunistas le ha faltado un poco de espíritu creador. Ha sido a través de su dirigencia demasiado dócil, demasiado respetuosa y poco decidida a plantearse problemas propios...
Pero es que nosotros, y nuestra juventud con todos nosotros, está convaleciendo de una enfermedad que afortunadamente no fue muy larga pero que influyó mucho en el retraso del desarrollo de la profundización ideológica de nuestra revolución.
Estamos todos convalecientes de ese mal llamado sectarismo. Y, ¿a qué condujo el sectarismo? Condujo a la copia mecánica: condujo a los análisis formales; condujo a la separación entre la dirigencia y las masas...
Si nosotros, también desorientados por el fenómeno del sectarismo, no alcanzábamos a recibir del pueblo su voz, que es la voz más sabia y más orientadora, si no alcanzábamos a recibir las palpitaciones del pueblo para poder transformarlas en ideas concretas, en directivas precisas, mal podíamos dar esas directivas a la Unión de Jóvenes Comunistas..
El compañero Fidel hizo serias críticas de extremismos y de expresiones, algunas tan conocidas por todos ustedes como “¡La ORI es candela!”, como “¡Somos socialistas, palante y palante!” Todas aquellas cosas que criticara Fidel, y que ustedes conocen bien, eran reflejo del mal que gravaba nuestra revolución... Y así debemos definir y analizar todos nuestros organismos objetivamente para seguir limpiando.
Saber que todavía caminamos con pasos vacilantes para no caernos, para no tropezar e irnos al suelo; conocer nuestras debilidades para aprender a resolverlas; conocer nuestras flaquezas para liquidarlas y adquirir más fuerzas.
Esta falta de iniciativa propia se debe al desconocimiento durante un buen tiempo de la dialéctica que mueve los organismos de masas, el olvidarse que los organismos como la Unión de Jóvenes Comunistas no pueden ser un simple organismo de dirección, algo que mande directivas constantemente hacia las bases y que no reciba nada de ellas.
Se pensaba que la Unión de Jóvenes Comunistas, o todas las organizaciones de Cuba, eran organizaciones de una sola línea, una sola línea que iba desde la cabeza hacia las bases, pero que no tenía un cable que retornara y trajera la comunicación de las bases...
Y ahí hay que trabajar, porque deben ir formándose nuevas generaciones que tengan el interés máximo en trabajar y sepan encontrar en el trabajo una fuente permanente y constantemente cambiante de nuevas emociones: hacer del trabajo algo creador, algo nuevo. Y eso es lo que hay que hacer; acordarse de que el trabajo es lo más importante.
Perdónenme si insisto una y otra vez, pero es que sin trabajo no hay nada. Todas las riquezas del mundo, todos los valores que tiene la humanidad son nada más que trabajo acumulado. Sin eso no puede existir nada.
Posted in: UJCBatalla de Ideas
Batalla de Ideas
Seguirá siendo nuestra arma política más poderosa frente al intento avasallador del imperio y en la búsqueda de esa sociedad superior que conquiste toda la justicia para el pueblo. A lo largo de estos años, Fidel nos ha enseñado que esta colosal Batalla no es solo riqueza de pensamiento, sino también hechos y realizaciones concretas.
De su magisterio hemos aprendido a derribar esquemas, a actuar con rapidez ante los problemas, a saber convertir nuestros escasos recursos en mayor bienestar y calidad de vida para el pueblo, a pensar que detrás de cada cifra o porcentaje hay personas y nombres, a no sentirnos satisfechos con una idea, sino partir de ella para reflexionar sobre cuántas nuevas ideas podemos llevar a la práctica, a trabajar todos sobre la base de la unidad e identificando todos los días el objetivo principal y a comprender que solo a través del conocimiento profundo, del cuestionamiento constante y de la atención a los más mínimos detalles podremos hacer exitosos nuestros propósitos.
Lo avanzado es poco aún si se piensa en lo que puede ser el futuro de la Patria y si se toman en cuenta los serios desafíos que como ciudadanos del mundo se nos presentan.Para la sociedad cubana, rodeada de capitalismo y enfrentada a cambios económicos no deseados pero necesarios, los tiempos que vivimos nos plantean retos derivados de las manifestaciones emergentes de corrupción, drogas, prostitución, ostentación, individualismo, doble moral y otros vicios ajenos a nuestra Revolución, que son el peligro principal que nos acecha.
Para enfrentarlos se requiere de la decidida participación popular, que en nuestro caso significa la implicación del Comité de Base y de la Militancia en esta decisiva batalla. Seguiremos apostando a la honradez, la honestidad, la lealtad a los principios, el esfuerzo propio, el conocimiento, la disciplina, la entrega y la voluntad de participación colectiva como los valores que deben distinguir a un joven comunista cubano.
Posted in: UJCFidel ha diho sobre la juventud
Una de las cosas extraordinarias de nuestra Revolución es que desde que vino al mundo -y pudiera decirse que las ideas de nuestra Revolución se engendraron en aquella colina universitaria- hubo estrecha vinculación de hermanos gemelos, y casi podría decirse de hermanos siameses, entre Revolución y juventud.
Vayan a buscarla en algún otro país del mundo en un grado tan alto como el que existió, existe y existirá siempre en este profundo proceso revolucionario.
La Revolución cada día renace, porque las ideas que representamos, la justicia que defendemos, la causa por la que luchamos, es hoy la causa, y no puede haber otra causa que la causa de miles de millones de personas en este planeta.”Nos ha tocado vivir momentos definitorios del destino de la humanidad.
La especie corre el peligro de desaparecer ante el poder destructor de las guerras, el hambre, terribles enfermedades, un aumento galopante de la población mundial —sobre todo en el Tercer Mundo expoliado y empobrecido, la degradación creciente del medio ambiente y el derroche de recursos no renovables que el planeta tardó miles de millones de años en crear.
El imperio, tan voraz como desde su propio nacimiento, pero con un poderío militar infinitamente superior, amenaza con implantar a la fuerza una dictadura mundial fascista.
Cuba, atacada y bloqueada por más de cuatro décadas, es uno de los blancos predilectos del apetito hegemónico de la actual administración norteamericana.La colosal Batalla de Ideas que nuestro pueblo ha estado librando desde hace mas de cinco años, cuando comenzó la batalla por el regreso de Elian, un pequeño niño arrojado a la inmensidad del mar por una fatal aventura, por el estímulo de una Ley Asesina, y secuestrado por una mafia terrorista y sin escrúpulos, lanzó a nuestra nación a una batalla sin precedentes en la que los niños y jóvenes asumieron la primera trinchera de combate bajo la sabia guía de Fidel.
Día a día se libró aquella contienda. Muy pronto la batalla por el destino de aquel niño se convirtió en un combate por el bienestar de todos los niños cubanos y por la consecución de un futuro mejor para todos. Mientras se clamaba en las plazas y calles por el regreso de Elián, se distribuían miles de televisores y videos en cada escuela de la nación para revolucionar la enseñanza. Cientos de paneles solares llegaron hasta las más alejadas escuelas para que la falta de electricidad no impidiera iluminar la felicidad y la sed de conocimientos de todos nuestros niños.
Comenzaron a surgir entonces nuevos programas para la educación, la información, la salud y la cultura de nuestro pueblo, en búsqueda de la mayor justicia social e igualdad de oportunidades para todos los ciudadanos.
Crecimos en el número de escuelas y miles de jóvenes maestros emergentes de Primaria y profesores integrales de Secundaria Básica se sumaron a las aulas; las computadoras llegaron a los niños desde el preescolar y los Joven Club se multiplicaron por el territorio nacional; un ejército de trabajadores sociales salió a los barrios a repartir esperanzas y salvar seres humanos; rescatamos a la vida útil y a la sabiduría a jóvenes relegados por la sociedad; la Universidad llegó a todos los municipios; la música, la plástica, la danza y el ballet, el teatro y la literatura llenaron más las necesidades espirituales del pueblo y se abrieron nuevos centros de enseñanza artística; la intelectualidad forjó ideas para el combate y asumió la vanguardia frente al peligro fascista; la televisión acrecentó su papel en la divulgación del conocimiento y de la información a través de programas como la Mesa Redonda y Universidad para Todos, surgiéndole además un trascendental y abarcador Canal Educativo; la salud renueva sus conceptos, instituciones y equipos, acerca los servicios al pueblo y se realizó un estudio genético sin parangón en el mundo.
Son ya más de 150 programas que abren caminos nuevos a una Revolución, de por sí excepcional en su extraordinaria obra social.Nuevas razones nacieron para ser partícipes y defensores de la Revolución forjada por nuestros padres. A lo largo de esta batalla hemos crecido como generación y como organización.
Posted in: UJCUnión de Jóvenes Comunistas
Unión de Jóvenes Comunistas (UJC). Es la organización juvenil del Partido Comunista de Cuba, posee carácter selectivo y se rige por los principios del Marxismo, el leninismo y la Revolución Cubana.El ingreso es de carácter voluntario, selectivo, esta dirigida a toda la población joven del país. Su principal objetivo es la formación integral y multifacética de las nuevas generaciones.
Fundación
Fundada el 4 de abril de 1962 a sugerencia de Fidel Castro Ruz, constituye la organización política de la juventud cubana. Fue el resultado de un proceso de unificación de las distintas organizaciones juveniles existentes en ese momento; su antecedente más inmediato fue la Asociación de Jóvenes Rebeldes (AJR).
Su objetivo principal está en la continua preparación cultural, política e ideológica de los jóvenes cubanos en función de seguir consolidando las conquistas de la Revolución Cubana, así como la formación integral y multifacética de las nuevas generaciones, por lo que las actividades están dirigidas a toda la población joven del país.
En la primera mitad de la década de los 90, con el propósito de salvar las conquistas del socialismo, la UJC contribuyó a la educación de la juventud en una cultura de resistencia. Se realizaron numerosas actividades que movilizaron a la juventud y mantuvieron en alto su moral.
Tal fue el caso de las Marchas de las antorchas, los actos en las universidades, en particular en la escalinata de la Universidad de La Habana, y el Festival “Cuba Vive” el cual culminó con una trascendental marcha y acto político en los que participó el Comandante en Jefe Fidel Castro Ruz.
Objetivo
Su objetivo es asegurar la unidad de los jóvenes cubanos, movilizarlos en torno a la Revolución socialista y contribuir a su educación. Estos principios rectores de la organización no sólo son para su membresía, sino también los extiende a toda la juventud, la cual representa y vela por sus intereses. Esta organización política, posee prerrogativas constitucionales en materia de política de juventud, representando al Estado cubano en los organismos internacionales relacionados con este sector de la población.
Misión
Asume la formación comunista de las nuevas generaciones, sustentada en el patriotismo, la fidelidad al Partido Comunista de Cuba, la defensa de los más altos valores humanos y el espíritu profundamente antimperialista e internacionalista que ha distinguido a la Revolución Cubana; propiciando la participación consciente y entusiasta de todos los jóvenes en su obra, expresado en el estudio, el trabajo y la defensa de la Patria, simbolizados en su emblema, a través de los paradigmas: Mella, Camilo y el Che.
Como vanguardia de la juventud cubana:
1. Defiende la dignidad y la libertad de los cubanos, convencida de que el socialismo es la única perspectiva de desarrollo, justicia social y democracia en una patria independiente y soberana.
2. Asume el principio de no claudicar jamás frente a la amenaza del imperialismo y de los que desde nuestro país le hacen el juego.
3. Defiende, sin menoscabo, la unidad y el respeto a la pluralidad de puntos de vista en el seno de la Organización y fuera de ella, en aras de que prevalezcan siempre la honestidad, la honradez, la valentía política, la objetividad en los análisis y que estos reflejen los valores, las luchas y condiciones de nuestra sociedad.
4. Es internacionalista y profundamente solidaria con las causas más justas de todos los pueblos y con sus compañeros de fila.
Estructura
La Unión de Jóvenes Comunistas establece en sus estatutos aprobados en el 2004 durante su VIII congreso, que la organización está estructurada de la siguiente manera:
Congreso
Se reúne cada 4 años, en el participan delegados de todas las provincias del país, incluyendo al municipio especial Isla de la Juventud. En el se designa al Comité Nacional, al Buró nacional, se elaboran los estatutos y los reglamentos internos.
Buró Nacional
Está presidido por un Primer Secretario, lo integran entre 10 y 15 miembros. Es el encargado de la dirección de la organización mientras el Comité nacional no se reúna. Existen en cada provincia y municipio, un buró provincial y un buró municipal.
Comité nacional
Se reúne dos veces al año, en las provincias tres veces al año y en los municipios hasta 4 veces. Es el encargado de la dirección de la organización dentro de la etapa entre congresos. En la provincias se establecen los Comité Provinciales y en los municipios, los Municipales.
Posted in: UJCQuem são os CDR
¿Quiénes somos?
Somos una organización que agrupa a la inmensa mayoría de la población mayor de 14 años que desee trabajar por el beneficio de la comunidad. Estamos estructurados en todo el país, tanto en zonas rurales como urbanas. Los CDR se constituyen partiendo del lugar de residencia, en las ciudades por cuadras o edificios multifamiliares y en el campo a partir de viviendas (caseríos, bateyes).
Existen alrededor de 122 000 CDR en todo el país. Los dirigentes de cuadras, de zonas realizan esta actividad de forma totalmente voluntaria.
Es una organización no gubernamental que se autofinancia mediante la cotización de sus 8 millones de miembros. Todas las personas que ocupan responsabilidades en los CDR son propuestas y elegidas democráticamente por los vecinos del lugar.
¿Por que nacimos?
Nacimos el 28 de septiembre de 1960 y somos la célula del barrio que canaliza las necesidades del pueblo, para defender la obra que iniciaba la Revolución, mujeres, hombres, ancianos, estudiantes, trabajadores, campesino, profesionales, intelectuales, jubilados o amas de casas.
A las tareas iniciales de la vigilancia revolucionaria, se fueron sumando otras de interés popular como la educación, el trabajo voluntario, actividades patrióticas, de salud (vacunaciones, donaciones de sangre, etc.); la recogida de materia prima, la protección del medio ambiente y muchas más.
Fomentar la solicitud humana y el bienestar de la población han sido objetivos priorizados de la organización desde su nacimiento y hemos logrado éxitos.
¿Cómo trabajamos?
Trabajamos con todas las personas en el barrio, para mantener la tranquilidad ciudadana, y la protección de los bienes de la comunidad. Para promover las donaciones de sangre, lo que nos permitió lograr una donación de sangre de cada 20 habitantes desde 1997, propuesta realizada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), para ser alcanzada en el 2000.
En el apoyo al Médico de la Familia. Como activista de la salud los CDR juegan un importante papel. En la limpieza y embellecimiento del entorno, la siembra de árboles, el fomento de las áreas de autoabastecimiento, los huertos de plantas medicinales y la acuicultura familiar, la participación en tareas agrícolas priorizadas como zafras azucareras, tabacaleras o de café.
Por la formación ideológica de la población con la realización de barrios- debates sobre diferentes cuestiones que van desde proyectos de leyes y/o modificaciones legislativas hasta la educación sexual, social o infantil y otros temas de intereses nacionales o internacionales, en actividades culturales y deportivas.
En la recogida de materias primas para su reciclaje, que además del beneficio colectivo, educa a los más jóvenes en la importancia de no arrojar desechos en la vía pública y or el contrario colaborar con la higiene. Con los niños en juegos, entretenimientos como opción recreativa y en la formación de valores.
En el vinculo familia-comunidad, en las comisiones sociales, en la creación de los museos del barrio, concursos literarios, y otras muchas hermosas renovadoras iniciativas capaces de sorprender por su osadía y frescura.
Posted in: CDRComités de Defensa de la Revolución
Comités de Defensa de la Revolución (CDR) constituyeron desde su creación, la respuesta enérgica del pueblo cubano al terrorismo de estado desatado por el gobierno de Estados Unidos, la CIA y el Pentágono contra Cuba.
Orígenes
Casi un millón de personas, congregadas frente al antiguo Palacio Presidencial (hoy Museo de la Revolución), escuchaban al entonces primer ministro Fidel Castro Ruz en la noche del 28 de septiembre de 1960 cuando se oyeron varias explosiones. Entonces, los allí reunidos respondieron con vivas a la Revolución, a su líder y entonaron las notas del Himno Nacional.
Vamos a establecer un sistema de vigilancia revolucionaria colectiva - apuntó Fidel Castro en esa ocasión - Están jugando con el pueblo y no saben todavía quién es el pueblo; están jugando con el pueblo y no saben la tremenda fuerza revolucionaria que hay en el pueblo.
Esa misma noche, al término del discurso, nacían los primeros Comités de Defensa de la Revolución (CDR), suigéneris organización que seis meses y varios días después desarticularía a los elementos que pretendían servir de quinta columna a la brigada mercenaria derrotada en Playa Girón.
on su activo papel frente a los planes de los que quieren hacer volver atrás las conquistas revolucionarias, más su entusiasmo, iniciativa, voluntad, altruismo, solidaridad, humanismo y combatividad, la institución se convirtió en la más pujante organización de masas de Cuba.
Estructura
En la actualidad, esa colectividad, organizada por cuadras, zonas, municipios, provincias y nación, reúne en sus 133 000 núcleos a casi ocho millones de ciudadanos cubanos mayores de 14 años de edad, sin distinguir sexo, raza o religión.
Participación en eventos históricos
No hubo un solo acontecimiento histórico después de su nacimiento, en los que no hayan participado de forma sobresaliente, para demostrar su potencial.
Además de movilizar a toda la sociedad en las tareas de defensa de la Revolución y las conquistas del Socialismo, los CDR tuvieron, entre otros objetivos, la participación en la Campaña Nacional de Alfabetización y las vacunaciones contra la poliomielitis y otras enfermedades.
En la actualidad, su participación es decisiva para erradicar vectores transmisores de enfermedades, recoger materias primas, limpiar y embellecer barrios, escuelas y locales sociales.
Además, brindan atención a la niñez, los ancianos, y a los procesos electorales del Poder Popular.
En las movilizaciones populares desarrolladas por el regreso del niño Elián González y por la liberación de Los Cinco Héroes prisioneros en cárceles estadounidenses, han tenido un peso fundamental el trabajo de los cederistas, quienes tienen una noble misión en las donaciones voluntarias de sangre, que ascienden a más de medio millón anuales.
Igualmente, en el Sistema de la Defensa Civil, que evacua durante el paso de ciclones por la Isla a millones de personas, el CDR es un elemento vital en la salvaguarda de la población. Tras el paso de huracanes, la movilización popular para resarcir rápidamente los daños de esos destructivos fenómenos atmosféricos, deja sentir la enorme fortaleza de los CDR.
El sistema de vigilancia colectiva revolucionaria establecido contra terroristas y delincuentes demostró, como señaló Fidel que cuando el pueblo se organiza, no hay imperialistas ni lacayos de los imperialistas, ni vendidos a los imperialistas ni instrumentos de los imperialistas que puedan moverse.
A ellos les corresponde el honor de haber asumido otras tareas para convertirse en lo que son hoy: la organización más masiva de la sociedad cubana, eje de solidaridad, cooperación y ayuda mutua entre vecinos.
Posted in: CDRPartido Comunista de Cuba
El triunfo de la Revolución Cubana, el 1ro de enero de 1959, dio respuesta no solo a una exigencia planteada por las difíciles condiciones en que vivió el pueblo durante casi 57 años de república mediatizada, sino también significó la conquista definitiva de los ideales y objetivos que movieron las luchas de la nación desde la época colonial, frustrados después de las guerras de independencia por la confabulación del imperialismo norteamericano y la oligarquía criolla, incluida la sangrienta dictadura de su representante incondicional Fulgencio Batista.
El antecedente histórico más inmediato de la formación del Partido Comunista de Cuba se encuentra en el amplio proceso unificador que tuvo lugar en 1961 con la formación de las Organizaciones Revolucionarias Integradas (ORI), que constituyó el primer paso hacia la creación del instrumento político unitario de la Revolución; formadas por el Movimiento Revolucionario 26 de Julio, liderado por Fidel Castro, fundador del Ejército Rebelde e iniciador de la última etapa de la lucha revolucionaria; el Partido Socialista Popular (PSP) (Comunista) cuyo secretario general era Blas Roca y el Directorio Revolucionario 13 de Marzo, dirigido por el comandante Faure Chomón.
Después de unos meses de vida se hizo un análisis de los logros de la integración y de los errores de sectarismo por parte de miembros de la dirección de las ORI. El 26 de marzo de 1962, se inició una nueva etapa en la construcción de un partido, que a partir de esa fecha se denominó Partido Unido de la Revolución Socialista de Cuba (PURSC).
Se inició así la construcción de las bases del Partido, según el principio de una selección rigurosa e individual y apoyada en la consulta con los trabajadores. Se precisaron desde entonces los conceptos y el método que se aplicarían para constituir las organizaciones de base.
En aquella ocasión, Fidel Castro, al referirse a los futuros militantes señaló:
"...Tiene que ser un trabajador ejemplar, pero, además, tiene que aceptar la Revolución Socialista, tiene que aceptar la ideología de la Revolución, tiene que desear —desde luego— pertenecer a este núcleo revolucionario, aceptar las responsabilidades que impone ser del núcleo revolucionario, pero es necesario, además, una vida limpia..."
El 3 de octubre de 1965, quedó constituido el primer Comité Central del Partido Comunista de Cuba (PCC), en el acto solemne en el cual Fidel Castro leyera la carta de despedida del Guerrillero Heroico Ernesto Che Guevara, quien fuera uno de los inspiradores de la creación de un Partido, ejemplo vivo y organización de vanguardia de la Revolución, dado el grado de desarrollo de la conciencia político-ideológica del pueblo cubano.
La experiencia acumulada en la tarea de la construcción y el crecimiento del Partido, en los años transcurridos desde entonces, han confirmado la justeza de estos conceptos.
En las asambleas de elección de trabajadores ejemplares, que se realizan en los centros laborales, en las que los trabajadores proponen y eligen a aquellos que según su criterio reúnen las condiciones para ser procesados con vistas a su ingreso al Partido, tenemos una de las experiencias más importantes y valiosas en la lucha por lograr, en las condiciones históricas concretas, un Partido de calidad y estrechamente vinculado a las masas populares que velan por mantener la pureza de sus filas.
Los Estatutos del Partido consagran estos principios de ingreso a sus filas y encarga a las organizaciones de base a realizar los procesos de crecimiento, y adoptar en sus reuniones las decisiones sobre la admisión o no, de los nuevos militantes, con la ratificación del organismo superior correspondiente.
La Constitución de la República de Cuba aprobada en referendo popular el 15 de febrero de 1976, en el que votaron el 98% de los electores y la aprobaron el 97,7, definió el papel del Partido en la sociedad cubana. En el artículo 5 del capítulo I de la Constitución se establece que: "El Partido Comunista de Cuba, martiano y marxista-leninista, vanguardia organizada de la nación cubana, es la fuerza dirigente superior de la Sociedad y el Estado, que organiza y orienta los esfuerzos comunes hacia los altos fines de la construcción del socialismo y el avance hacia la sociedad comunista."
El Partido Comunista de Cuba encarna las heroicas tradiciones revolucionarias del pueblo cubano, mantenidas muy en alto por generaciones de luchadores contra el colonialismo español y el neocolonialismo imperialista de los Estados Unidos, y constituye un fiel continuador del Partido Revolucionario Cubano (PRC) que fundó José Martí para la lucha por la independencia nacional, del primer Partido Comunista simbolizado en las vidas de Julio Antonio Mella y Carlos Baliño, y de las organizaciones revolucionarias que protagonizaron la lucha contra la tiranía batistiana.
Este es el antecedente histórico mediato que legitima la existencia de un solo Partido en las condiciones concretas de Cuba, enfrentada desde el inicio de la Revolución a un enemigo mucho más poderoso. Es el Partido que actúa precisamente como garante de la unidad de todos los revolucionarios y patriotas en torno a los principios y a la defensa de esta obra, de la independencia nacional y del derecho a existir como nación, derecho permanentemente cuestionado por la potencia imperialista más poderosa de la historia con su constante política de bloqueo y agresiones de todo tipo. De ahí que en los Estatutos se le califique como Partido de la nación cubana.
En el sistema político cubano que se basa en una democracia con amplia participación popular, el Partido no postula ni promueve candidatos en las elecciones para los órganos de poder popular.
El Partido Comunista de Cuba mantiene una labor sistemática dirigida al desarrollo y consolidación de la ideología de la Revolución Cubana que resume e integra lo específico de nuestro proceso: la fusión del ideario radical y humanista de José Martí y de una tradición singular de lucha liberadora nacional y social con los principios del marxismo y del leninismo y la necesidad histórica del socialismo, que en nuestras condiciones, se revela como única alternativa al subdesarrollo y a la dominación neocolonial.
Entre sus objetivos fundamentales está la lucha por consolidar una nueva moral en la sociedad cubana, cimentada en la ideología de la Revolución, la solidaridad, la igualdad y la justicia social, la confianza mutua, la disciplina conscie nte, la modestia, la honradez, el espíritu crítico y autocrítico, la seguridad en el porvenir socialista; en consecuencia, combate resueltamente la explotación del hombre por el hombre, del individualismo, la supervivencia de prejuicios raciales y discriminatorios de cualquier índole, el escepticismo, la falta de fe en el socialismo, el derrotismo, el oportunismo, la simulación y la doble moral, la indisciplina, la corrupción y toda forma de conducta delictiva y antisocial.
La autoridad del Partido se basa en la justeza de su línea política, en el ejemplo de sus militantes, en el vínculo con el pueblo, en su capacidad de escuchar, de persuadir y de incorporar a la mayoría a la lucha por los objetivos de la Revolución.
La labor del Partido Comunista de Cuba en el terreno de la ideología se fundamenta en la teoría marxista-leninista, en la prédica martiana y en las tradiciones de lucha del pueblo, en su experiencia histórica y la de los demás pueblos y naciones.
El Partido en este campo promueve y exalta el mérito y la virtud para que siempre prevalezcan en toda valoración individual o social de las instituciones.
Al Partido corresponde determinar y formular las direcciones principales del trabajo ideológico y orientar su contenido concreto en el ámbito de sus organizaciones de base y de los diferentes sectores sociales y territorios del país.
El Partido Comunista de Cuba fundamenta su actividad en el principio del centralismo democrático, otorgando la máxima importancia a la real y efectiva articulación de la disciplina consciente con la más amplia democracia interna, el ejercicio de la dirección colectiva y de la responsabilidad individual, asegura la plena libertad de discusión y opinión y la unidad de acción de sus organismos y organizaciones; estimula y respalda el pensamiento creador y antidogmático y el ejercicio de la crítica constructiva.
En el Partido todos los cargos son electivos, sin excepción y desde la base hasta el Comité Central pasan, previo a su elección, por la consulta con las masas, tanto en el centro de trabajo donde laboran los candidatos como en su lugar de residencia, para lo cual se utilizan las asambleas del colectivo laboral u otras reuniones convocadas a esos efectos; se publican los datos y la trayectoria revolucionaria de esos compañeros en murales o en periódicos locales u otras vías, de manera que cualquier trabajador o ciudadano del lugar de que se trate pueda expresar a las organizaciones de base u organismos del Partido cualquier tipo de opinión u objeción, la que se tiene muy en cuenta a la hora de aprobar definitivamente las correspondientes candidaturas.
Finalmente, después de hechas todas las consultas en un ambiente plenamente democrático, la elección se lleva a cabo mediante la votación directa y secreta.
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